Limbo of the Lost é um jogo de aventura gráfica do tipo "point and click" para Windows, desenvolvido pela Majestic Studios e publicado em 2007 pela 1C Company e G2 Games. A sua premissa combina mistério, fantasia e humor peculiar numa história protagonizada por Benjamin Briggs, o capitão do navio Mary Celeste. Em 1872, o navio foi encontrado à deriva e sem tripulação; o destino de Briggs e dos seus companheiros permanece um enigma histórico que o jogo transforma no ponto de partida de uma viagem sobrenatural.
Em vez de simplesmente reconstruir o desaparecimento do navio, a aventura coloca Briggs no Limbo, um mundo estranho onde tem de ajudar o Destino numa guerra contra a Sorte. A exploração é controlada com o rato: o jogador percorre os ambientes, examina os arredores e interage com personagens e objetos para encontrar pistas e resolver puzzles. Tal como acontece com outras aventuras clássicas do género, o progresso depende da atenção ao detalhe e da descobert...
Limbo of the Lost é um jogo de aventura gráfica do tipo "point and click" para Windows, desenvolvido pela Majestic Studios e publicado em 2007 pela 1C Company e G2 Games. A sua premissa combina mistério, fantasia e humor peculiar numa história protagonizada por Benjamin Briggs, o capitão do navio Mary Celeste. Em 1872, o navio foi encontrado à deriva e sem tripulação; o destino de Briggs e dos seus companheiros permanece um enigma histórico que o jogo transforma no ponto de partida de uma viagem sobrenatural.
Em vez de simplesmente reconstruir o desaparecimento do navio, a aventura coloca Briggs no Limbo, um mundo estranho onde tem de ajudar o Destino numa guerra contra a Sorte. A exploração é controlada com o rato: o jogador percorre os ambientes, examina os arredores e interage com personagens e objetos para encontrar pistas e resolver puzzles. Tal como acontece com outras aventuras clássicas do género, o progresso depende da atenção ao detalhe e da descoberta de como utilizar os elementos disponíveis.
A personalidade do capitão acrescenta um toque cómico à resolução dos puzzles. Briggs sofre de entomofobia, medo de insetos, e terá de enfrentar esta aversão para ultrapassar vários obstáculos. O protagonista não é alheio ao seu controlador: reconhece a presença do jogador, que descreve como uma espécie de guia espiritual, e por vezes protesta sobre o que precisa de fazer ou onde está. Se o cursor do rato permanecer imóvel durante algum tempo, também pode atrair a atenção do jogador, fazendo com que a espera faça parte da interação.
O jogo joga, portanto, com os limites habituais da aventura gráfica e com a relação entre personagem e jogador. Esta ideia torna-se especialmente relevante na sequência final, quando o jogador assume o papel do protagonista do puzzle, em vez de simplesmente controlar Briggs. O final imprevisível do jogo culmina numa festa surpresa: as personagens coroam o capitão como "Rei do Limbo" e celebram a ocasião com um número musical ao estilo doo-wop e Tin Pan Alley, no qual o próprio Briggs acaba por participar.
Com um cenário inspirado num enigma marítimo real, cenários fantásticos e um humor autoconsciente, Limbo of the Lost oferece uma aventura única, mais interessada em surpreender e entreter do que em manter uma atmosfera solene. A sua mistura de exploração, puzzles e quebra da quarta parede confere-lhe uma identidade marcante entre os jogos de aventura para PC da sua época.